Nordeste Independente? E se a colonização holandesa tivesse se consolidado no Brasil?


"Quem escreverá a história do que poderia ter sido? (...) Se a certa altura eu tivesse me voltado para a esquerda, ao invés que para direita; Se em certo momento eu tivesse dito não, ao invés que sim; Se em certas conversas eu tivesse dito as frases que só hoje elaboro; Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro seria insensivelmente levado a ser outro também."
Fernando Pessoa

Um erro recorrente ao se pensar a história do Brasil é concebê-la como uma constante sem grandes mudanças ao longo dos séculos. Na escola tradicional ainda é ensinado o relato de um país sempre mais ameno quando comparado a outros épicos e inspiradores temas históricos. Isso não é verdade. O Brasil dos dias de hoje acaba apenas por coincidir com a "história oficial", extraída a partir de registros da coroa portuguesa, que fala sobre um país que teria sido descoberto e colonizado por portugueses e permaneceu na inércia até os dias atuais.

Felizmente, ou melhor, obviamente, o Brasil é muito mais complexo que aquilo que por muito tempo foi ensinado nas escolas. Diversos povos participaram de sua construção, no que passou por conflitos e disputas dignas de grandes produções cinematográficas. São contextos históricos que permitem a quem os observa, o prazer e a euforia (próprias do teatro e cinema) de perceber as infinitas possibilidades escancaradas em cada acontecimento.

O Brasil já esteve sob domínio de centenas de etnias indígenas, entre elas grupos canibais; foi invadido por diversas potências europeias, como portugueses, franceses e espanhóis; já foi atacado por piratas e até mesmo passou por uma tentativa de revolução islâmica liderada por escravos rebeldes.

Entre tantas histórias, uma delas tem informações muito mais nítidas que as demais: o período da invasão holandesa ao território brasileiro é conhecido como o mais bem documentado do Novo Mundo no século 17. Nunca antes a América tinha recebido um grupo tão vasto de intelectuais, entre ele artistas e cientistas, o que proporcionou aos pesquisadores uma riqueza de detalhes da paisagem do continente americano ainda com bons vestígios de seu estado anterior à chegada dos europeus. 

Durante a ocupação, que durou somente 24 anos, os holandeses converteram uma vila de pescadores da Capitania de Pernambuco na mais próspera cidade da América: Recife, a Cidade Maurícia, estava livre do Pacto Colonial e passara a ser um dos pontos mais importantes do mundo mercantil.

Após uma rápida explanação sobre o tema, uma dúvida recorrente se lança à imaginação de muitos brasileiros: e se o Brasil tivesse sido continuado pelos holandeses, onde estaríamos hoje?

Antes de qualquer conclusão precipitada, é muito importante conhecer, de fato, o período em questão. E um pouco mais além, também vale ser observada a experiência colonialista holandesa além do território brasileiro.



No século 17, a produção de açúcar no nordeste brasileiro era a maior do mundo. O Brasil era uma colônia verdadeiramente lucrativa para Portugal e todos aqueles que de alguma forma participavam da atividade mercantil em torno do açúcar brasileiro. Entretanto, o esquema mercantil foi rompido a partir do momento em que o Reino de Portugal foi anexado ao domínio espanhol. Foi a chamada União Ibérica: um dos maiores impérios de toda a humanidade (veja seu território no mapa acima), formado após o rei espanhol Filipe II herdar o trono português, anexando todo o domínio colonial lusitano. 

"Engenho de Açúcar", óleo sobre tela do pintor holandês Frans Post retrata com detalhes inéditos a paisagem colonial brasileira. Esta obra é parte do acervo do  Museum Boijmans Van Beuningen, em Roterdâ, na Holanda.
Praticamente todo o mundo conhecido pelos europeus estava sob influência direta de Filipe II, isso incluía a maior parte do litoral americano, africano, e zonas estratégicas comerciais no extremo oriente (vale ressaltar que a Austrália ainda era um território desconhecido para os europeus).

Filipe II também herdou (algumas décadas antes) o território genericamente conhecido como Holanda - os Países Baixos - do antigo Sacro Império Romano-Germânico de Carlos V, seu pai. Quando Portugal passou a ser parte do Império Espanhol, os holandeses já estavam em guerra pela independência há mais de dez anos. Assim, navegadores comerciantes holandeses foram proibidos de negociar com as colônias portuguesas. Isso incluía as especiarias no oriente, os tráfico negreiro na África, e o açúcar brasileiro. 

A resposta holandesa foi categórica. Eles criaram uma companhia de comércio militarizada. Era uma espécie de "empresa de pirataria", sendo seu principal objetivo saquear e dominar colônias e feitorias do Império Espanhol. Foi a famosa Companhia das Índias Orientais. O alto lucro obtido no continente africano e territórios do oriente motivou a criação de uma outra Companhia, desta vez destinada para os domínios no Novo Mundo: era a Companhia das Índias Ocidentais (WIC - sigla em idioma original). 

Não confunda: a Companhia das Índias Orientais retratada no filme "Piratas do Caribe" não é a dos holandeses. O personagem fictício, Lord Cutler Beckett (na foto, à direita), é o presidente da Companhia Britânica das Índias Orientais: uma organização comercial similar, contemporânea e rival à dos holandeses, mas que só obteve sucesso satisfatório no século 18 (justamente o momento histórico em que o filme se ambienta). Foto: Cena de 'Pirates of the Caribbean: At World's End', 2007.


Acima você pode ver uma imagem ampliada de VI Florins, moeda feita do ouro que chegou do continente africano em agosto de 1646. Foi cunhada pelos ourives convocados através do Conselheiro Pieter Janssen Bas. As moedas fazem parte do acervo particular da Coleção Bentes.


A máquina colonial na América era muito mais complexa do que no Oriente. Houve ocupação sólida em vastos territórios, tanto por parte dos espanhóis quanto por parte dos portugueses. A estratégia da Companhia deveria ser adaptada: no Mar do Caribe, na América Central, as esquadras da WIC passaram a interceptar e saquear navios espanhóis carregados de prata. No caso do Brasil, a oportunidade assumir o monopólio do comércio do açúcar motivou uma operação militar mais arriscada: invadir e assumir o controle de todo o território.

Esta é considerada a descrição mais precisa do "Novo Mundo". Feita por John Ogilvy no ano de 1671 em Londres, se chama Dutch Siege of Olinda. Domínio público.


Num exemplo de como o Brasil estava despreparado contra ataques, uma armada com apenas 1700 homens da WIC invadiu e, sem grandes dificuldades, assumiu o controle da capital da colônia, Salvador. Essa aventura em terras tupiniquins durou apenas um ano (1624-1625), quando o Império Espanhol enviou uma esquadra com 52 navios e quase 14 mil soldados para expulsar os holandeses e recuperar o controle da cidade. Antes que se possa imaginar, não houve derramamento de sangue: a armada espanhola cercou a cidade e obteve a rendição dos invasores. 

Mas a WIC não desistiu de conquistar o Brasil. A lição obtida em salvador foi assimilada e, cinco anos mais tarde, mobilizou quase 4 mil soldados muito bem armados contra a capital da Capitania de Pernambuco, Olinda, conquistando logo em seguida o Recife. Com o sucesso da invasão, um reforço de cerca de 6 mil homens foi enviado da Europa para consolidar o domínio holandês. 

Dessa vez a estratégia da WIC foi certeira. O grande efetivo de soldados, auxiliado por um colono mestiço (Domingos Fernandes Calabar, considerado um traidor pelos portugueses), logo levou a resistência portuguesa ao colapso. A zona controlada pela Companhia era cada vez maior. 

Abaixo está um trecho traduzido do relato de um mercenário inglês a serviço da WIC sobre Calabar: 

"Nunca encontramos um homem tão adaptado a nossos propósitos (…), pois ele tomava um pequeno navio e aterrava-nos em território inimigo à noite, onde pilhávamos os habitantes e quanto mais dano ele podia ocasionar a seus patrícios, maior era sua alegria."

Cuthbert Pudsey 
Mercenário inglês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais

Vencida a resistência, a Companhia designou Maurício de Nassau, um nobre alemão de carreira militar aliada aos interesses holandeses, para consolidar o controle sobre o Brasil. Sob seu comando, a zona de influência holandesa passou a controlar quase todo o nordeste brasileiro, não apenas ocupando militarmente, mas também investindo na atividade canavieira. Senhores de Engenho receberam generosos empréstimos e perceberam vantagens naquela nova governança. 

Nassau escolheu o Recife para construir uma cidade sob as demandas europeias. A Cidade Maurícia, como passou a ser chamada, deixava de ser apenas um entreposto comercial para ser um verdadeiro centro urbano. Foram construídos palácios, jardins, suas ruas foram cuidadosamente desenhadas e calçadas. Artistas e intelectuais europeus foram trazidos para participar da ocupação. Intervenção similar só seria vista no Brasil cerca de 200 anos depois, com a chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro.

Esta gravura de autor desconhecido, feita no século XVII, mostra a vista obtida do Palácio da Boa Vista. Também pode ser notada, na extremidade do lado direito, a ponte erguida sobre o rio Capibaribe. Sendo toda essa perspectiva do período holandês. Scan do Museu do Estado de Pernambuco, da Coleção Museus Brasileiros, da edição Banco Safra.


Apesar de possuir idioma e religião diferentes, os holandeses não obrigaram os colonos de origem portuguesa a mudar seus costumes. Essa característica de tolerância religiosa levou, inclusive, a ricos judeus de toda a Europa (sobretudo os de origem ibérica) a acompanhar a Companhia das Índias Ocidentais em sua campanha na América. Os judeus, apesar da forte tradição de comércio e seus consequentes lucros, já eram mal vistos na Europa desde os tempos medievais, sendo intensamente perseguidos pela Igreja Católica através do Tribunal da Santa Inquisição. 

Antes que se possa pensar, as mudanças trazidas pelos holandeses não modificaram a estrutura colonial portuguesa. A base da máquina econômica continuava sendo a produção de açúcar através da mão-de-obra escrava. O relacionamento com os povos indígenas também era similar ao praticado pelos lusitanos: dependia de interesses em comum (no início do século 17 a proporção de indígenas ainda era muito elevada no litoral, sendo a diplomacia uma estratégia oportuna para alcançar objetivos).

Estudiosos afirmam que a invasão holandesa foi benéfica para negros e índios à medida que a instabilidade facilitava a fuga de escravos para quilombos, e a aliança com tribos adversárias dos portugueses equilibrou disputas. Entretanto, como já foi dito, a estrutura mercantil permaneceu, e todas as intervenções da Companhia das Índias Ocidentais visavam apenas potencializar os lucros obtidos a partir dela. 


Enquanto governava o Brasil, o Conde Maurício de Nassau encomendou um edifício na Holanda: até hoje em funcionamento, o Palácio do Açúcar originalmente reunia um acervo de tudo aquilo que era considerado exótico pelos holandeses. O acervo original acabou se espalhando pelo mundo como presentes oferecidos pelo próprio Nassau em atividades diplomáticas. Foto: Mauritshuis, Haia, Países Baixos, 2014 (Lex Van Lieshout / AFP).

Outra preciosidade para os estudos do mundo colonial: este óleo sobre tinta do pintor holandês Albert Eckhout é o retrato de um enviado do Reino do Congo ao Brasil governado pelo Conde Maurício de Nassau, Seu nome era Dom Miguel de Castro e ele esteve no Recife com uma comitiva muito bem apresentada, como se pode ver nas pinturas. Estudiosos sugerem que a visita diplomática africana tenha relações com a venda de escravos à Companhia das Índias Ocidentais, que naquela época também controlava as feitorias portuguesas em Angola (território de fronteira com o Congo). Este retrato é uma das obras do acervo original do Palácio do Açúcar, em Haia, que foi presenteada por Maurício de Nassau ao Rei da Dinamarca, Frederico III. Hoje faz parte do acervo do 'Statens Museum for Kunst', em Copenhague, Dinamarca. 
"Índia Tapuia" é outra obra de Albert Eckhout que foi parar na Dinamarca. Datada de 1641, este óleo sobre tinta sugere um "traço de selvageria" entre os nativos da América do Sul. É possível ver a índia pernambucana segurando uma mão humana e com uma perna em sua cesta. Historiadores, entretanto, afirmam que os tapuias não praticavam o canibalismo e que o retrato pode ter sido forjado pelo artista para impressionar os europeus. Há registros de indígenas canibais no território brasileiro, entre eles os famosos tupinambás, mas não houve contato de holandeses com esses índios.
Um Brasil diferente da versão portuguesa?

essa altura do texto você deve concordar que o Brasil passou por uma experiência inédita durante a estadia holandesa. Assim, é natural imaginar o que seria diferente se eles tivessem continuado a ocupação.

O Brasil do século XXI parece viver uma séria crise de identidade. Seu relativo sucesso econômico não combina com a realidade da população. Sucessivos escândalos de corrupção ferem o sentimento nacional e parecem agravar a baixa qualidade dos serviços públicos. A educação deficiente e a gritante desigualdade social eventualmente fazem o cidadão refletir e procurar respostas: o que fizemos de errado?

Em contraste a tudo isso, a Holanda dos dias de hoje é exemplo para o mundo em vários aspectos. Suas cidades muito organizadas e limpas parecem completar o cenário de uma sociedade politizada e muito bem servida nas políticas públicas. 



Antes de endossar qualquer resposta sugerida pelo senso comum, é muito importante conhecer a história completa do período colonial holandês. Afinal, o que levou o Brasil Holandês a ruir? E que fim tiveram as demais colônias holandesas?

O Conde Maurício de Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais passaram a ter um evidente conflito de interesses: a Nassau sobrava paciência, à Companhia, o lucro com o Brasil deveria ser imediato. Apesar do comércio do açúcar oferecer um bom retorno financeiro, a WIC concedeu com os senhores de engenho brasileiros volumosos empréstimos para a compra de escravos. Assim, quando a situação financeira da Companhia pedia rendimentos urgente, Nassau foi retirado do comando do Brasil e chamado de volta à Europa. 

Começava um modelo mais agressivo de exploração da colônia. Era o começo do fim para os holandeses. Sem o paciente e conciliador Maurício de Nassau, rapidamente os inadimplentes senhores de engenho voltaram a se rebelar contra o novo governo. Era a Insurreição Pernambucana (também conhecida pelo - menos honroso - título de Revolta dos Caloteiros), o movimento luso-brasileiro que expulsou os holandeses do Nordeste.


Pintura de Victor Meirelles (1879) retratando a Batalha dos Guararapes (1649) em Pernambuco, um dos mais importantes episódios da expulsão dos holandeses do Brasil, alcançada definitivamente em 1654 (Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro). 
Após a rendição da Companhia, parte dos colonos holandeses acabaram ficando no Brasil, sobretudo no interior das capitanias, a fim de evitar represálias portuguesas. Dos que seguiram nas embarcações da Companhia das Índias Ocidentais, alguns seguiram para a Guiana Holandesa (atual Suriname) e o restante desembarcou para o destino final: Nova Amsterdã, uma ilha recém adquirida pela WIC na América do Norte. 

Nova Amsterdã foi tomada pelos ingleses cerca de dez anos depois, em 1664, sendo rebatizada de Nova York. Um elemento interessante é que Nova York até hoje é considerada a maior comunidade judaica fora de Israel, e boa parte desses judeus é descendente direta do grupo de judeus que participou da ocupação holandesa no Brasil (e seguiu com a WIC para a ilha de Manhattan após a Insurreição Pernambucana).


Foto: vista aérea da Ilha de Manhattan, na cidade de Nova York, originalmente batizada de Nova Amsterdã pela Companhia das Índias Ocidentais (WIC), o centro financeiro mais importante dos mundo contemporâneo. Nesta imagem, feita em 2001, ainda estão de pé as duas torres que seriam atingidas por um atentado terrorista em 11 de Setembro daquele mesmo ano (Upper New York Bay).  

Como se pode perceber, o projeto colonial holandês não se mostrou tão durável no continente americano. Se Nova York pode ser um exemplo bem sucedido de cidade fundada pelos holandeses, é válido lembrar que ela foi rapidamente perdida para o Império Britânico. Por outro lado, Suriname, na América do Sul, esteve até a segunda metade do século 20 sob domínio holandês, e não é referência para o mundo como sua metrópole. Suriname é uma das menos expressivas economias da América do Sul, e seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) está abaixo da pontuação brasileira.

Não cabe ao ofício do historiador se valer de suposições sobre alternativas do passado que nunca aconteceram, mas algumas sugestões do imaginário popular se mostram impensáveis quando se estuda com mais profundidade o contexto histórico. O senso comum costuma observar o período holandês como uma chance perdida que o Nordeste do Brasil teve de se destacar na história. Na prática, sabemos que o projeto colonial holandês era muito mais parecido do que diferente da proposta portuguesa: exploração mercantil. 

Indo mais além, há quem pense que o Nordeste poderia ser um país independente se a história tivesse sido diferente. Na realidade, isso também não faz muito sentido, pois o projeto holandês não destacou o Nordeste no cenário colonial brasileiro: naquele período o Nordeste já era o centro econômico do Brasil por conta do alto valor internacional do açúcar. As outras regiões do Brasil só viriam ser bem exploradas no século seguinte. Nem mesmo Maurício de Nassau desejava permanecer o seu domínio apenas naquela região, durante todo o seu governo os holandeses continuaram a campanha de expansão de seu território. 


Equipe de produção do artigo:

Beatriz de Miranda Brusantin
Doutora em História Social pela Universidade Estadual de Campinas
Coordenação de Produção e Pesquisa Histórica
Bruno Henrique Brito Lopes
Graduando em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Coordenação de Redação e Edição
Cibely Cristina de Holanda
Graduanda em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Pesquisa Histórica e Produção de texto
Rafael Correia Wanderley
Graduanda em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Pesquisa Histórica e Produção de texto
Raphael Esteves de Almeida Jacinto
Graduando em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Supervisor executivo


Fontes:
http://www.mbaeditores.com/2014_10_01_archive.html
http://www.companhiadasletras.com.br/guia_leitura/85001.pdf
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-a-ocupacao-holandesa-no-brasil  
http://www.obrasileirinho.com.br/a-invasao-holandesa-deixou-marcas-fortes-na-sociedade-brasileira/ 
http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/companhia-das-indias-ocidentais/ 
http://www.webhumanas.net/invaso-holandesa-e-unio-ibrica 
http://leiturasdahistoria.uol.com.br/ESLH/Edicoes/55/artigo271902-1.asp 
http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/brasil-holandes/ 
http://www.anpuhsp.org.br/sp/downloads/CD%20XIX/PDF/Paineis/Thiago%20Cavalcante%20dos%20Santos.pdf 
http://www.pph.uem.br/cih/anais/trabalhos/550.pdf
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa9982/frans-post
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/companhia_das_indias_grande_negocio_em_muitas_versees_imprimir.html

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2 comentários:

  1. A única coisa que nós nordestinos perdemos em não ter a Holanda como nossa antiga metrópole, foram nossas mulheres, que são muito feias, diferente das loirinhas neerlandesas, que são umas diliçassss!!!! ;)

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    1. discordo de você, no interior do nordeste existem mulheres extremamente belas, fruto da mistura de negros, indios e claro os europeus. convido voce a circular mais pelo nordeste e "olhar" mais atentamente a beleza da mulher nordestina.

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